Ensino bilíngue: quando o aprendizado e o cotidiano se conectam naturalmente

Diferentemente do que acontecia há alguns anos, hoje, quando as famílias passam a decidir sobre a jornada de aprendizagem de uma segunda língua elas têm diferentes opções. Das escolas de idioma à propostas de ensino bilingue, incluindo experiências remotas, mediadas pela tecnologia. A pergunta que fica é: como se decidir? O primeiro passo é conhecer bem os diferenciais de cada proposta, levando-se em consideração o que mais se adequa à realidade do aluno e seu contexto. E foi pensando nisso que decidi abrir esse canal de diálogo com vocês.

Que tal começarmos a falar sobre a trilha das escolas de idiomas? Amplamente difundida no Brasil, especialmente na década de 90, essa jornada faz com que o estudante seja apresentado ao contexto geral do idioma, das regras gramaticais à ortografia, passando pela interpretação de texto e aplicações do novo idioma. Tudo de acordo com uma determinada carga horária, que varia de escola para escola – às vezes, até entre os níveis, as turmas.

Para nós, em Educate, o caminho escolhido para gerar essa experiência aos alunos é o do ensino bilíngue, em que o inglês é vivenciado no dia a dia. Graças às evoluções do cenário da Educação, o mito de essa modalidade ser inacessível não existe mais. Pelo contrário, essa proposta está ganhando cada vez mais adeptos e entusiastas, uma vez que os alunos têm a chance de praticarem o segundo idioma em incontáveis momentos, nos mais variados contextos.

Seja em uma aula do idioma em si ou durante brincadeiras e atividades multidisciplinares, o indivíduo se vê inserido no aprendizado de vários temas, sem falar na constante interação com colegas e professores. E é justamente essa imersão que possibilita uma experiência única de aprendizado: natural, espontânea e, certamente, holística.

Mas os benefícios do ensino bilíngue não param por aí! Estando totalmente inserido no universo da nova língua, os estudantes conseguem se preparar de maneira muito mais efetiva para os processos que proporcionam a obtenção de certificações importantes, como TOEFL e Cambridge. Basicamente, essas avaliações identificam a desenvoltura em quatro principais habilidades do idioma: a fala, a escrita, a leitura e a escuta. Quando falar e viver o inglês é algo natural, por qual motivo não seria tranquilo realizar um exame internacional, não é mesmo? O medo e a ansiedade dão lugar à calma de quem sabe que aquilo faz, mesmo, parte de sua vida.

E essa desenvoltura ultrapassa ainda mais barreiras quando falamos sobre dois sentimentos bem comuns: receio e vergonha no momento de se comunicar em outro idioma. Para quem está acostumado a conversar em inglês no dia a dia, essa não é uma preocupação, na realidade, para o bilíngue, manter um diálogo em outra língua é uma atividade comum. E fica a questão: quem não quer falar inglês naturalmente? Encarar o mundo em dois idiomas não é tarefa fácil, mas podemos dizer, com base em nossa experiência, que os bilíngues conseguem fazer isso de maneira mais leve e divertida.