De mãe para mãe: reflexos positivos que as certificações internacionais tiveram na vida dos meus filhos

Certificação internacional? Para que ela serve? É mesmo importante meu filho focar nisso ainda tão novo?

Sou mãe, professora de Inglês e educadora bilíngue e sempre exigi – sim, a palavra é “exigi” mesmo – que meus filhos cumprissem com as certificações internacionais ainda bem novinhos. E eu vou te contar por que você deve fazer o mesmo.

As certificações internacionais são emitidas por instituições credenciadas para comprovar o nível de conhecimento e desenvoltura de um indivíduo em determinada língua estrangeira. São solicitadas pelas maiores universidades e empresas do mundo. No Brasil, são inúmeras as companhias que exigem uma certificação dessas de seus funcionários ou futuros funcionários.

Você deve estar se questionando: Por que me preocupar com isso sendo que o meu filho estudou em uma escola bilíngue a vida inteira? Ele ainda precisa de outra certificação? Sim, precisa. Os certificados emitidos pelas escolas sem esse credenciamento não têm valor algum para empresas e universidades porque eles não quantificam a proficiência dos alunos de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas, ou CEFR.

Por essa razão, é crucial ter em mente a importância dessas certificações para os alunos, mesmo quando crianças ou, melhor dizendo, por ainda serem crianças. Apesar de não entenderem ou terem consciência da relevância dessas certificações, nossos jovens estão dentro de um contexto facilitador, inseridos no dia a dia da língua estrangeira e vivendo uma rotina na qual fazer prova é um ato corriqueiro.

Outra vantagem de se cumprir com essa etapa ainda jovem é não ter a pressão da necessidade determinante dessas certificações para uma possível contratação ou para o ingresso em um curso no exterior. Sem esse peso sobre os ombros eles encaram o desafio com maior naturalidade, o que tende a produzir resultados mais positivos. E, assim, quando chegarem a ter essa necessidade, será um desafio a menos para lidar.

Apesar de toda a minha convicção sobre os benefícios de integrar essa etapa ao processo de formação dos alunos, eu busquei os depoimentos de dois adultos que vivenciaram a certificação internacional ainda quando adolescentes. Os relatos não poderiam ser mais motivadores: “Pra mim, mudou tudo!”, disse Leonardo Mesquita, hoje com 22 anos. “Quando eu cheguei à universidade eu pude eliminar matérias do Inglês e consegui estágio antes dos meus colegas por já ter uma certificação internacional.” Já Matheus Mesquita, de 19 anos, foi mais além e afirmou que a certificação foi essencial para ingressar na universidade internacional de sua escolha: “Eles exigem várias provas diferentes, com conteúdos para os quais eu tive que me preparar. Poder comprovar meu nível de inglês foi uma coisa a menos com que me preocupar.”.

Investir em uma formação bilíngue desde criança é fundamental. Então por que não aproveitar essa vantagem e investir também em uma certificação internacional? Tenho certeza de que seu filho será impactado ainda mais positivamente por essa sua decisão!

Roberta Mesquita