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Ensino bilíngue

Jardinagem

No passado, a educação era muito mais baseada em conteúdo do que no desenvolvimento de habilidades. A educação se fazia de forma mais mecânica e sem muito pensamento crítico, ou seja, não eram feitos muitos questionamentos sobre como algo acontecia, o porquê, quais as consequências. O pensamento crítico não era uma rotina e os alunos não se conectavam com o que estudavam, porque não viam um significado real no que estavam aprendendo. Ainda bem que o ser humano tem sede de aprender e se desenvolver, não é mesmo? Graças a essa sede de se aprimorar e buscar crescer mais e sempre, a educação também não para e está sempre vivenciando a incansável busca do aprimoramento.

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Aprender.

Estamos próximos do final de mais um ano. E que ano! Em plena pandemia, o mundo teve que se reinventar. Todo o planeta se uniu para combater algo que ninguém conseguia ver a olhos nus, mas que balançou as estruturas da imensa comunidade planetária. Diante desse chacoalhar em nossas vidas, descobrimos que podemos mais. Podemos superar as dificuldades, se estivermos unidos com o mesmo objetivo. Aprendemos a ver a vida sob novas perspectivas e estamos, ainda, sendo mais e mais convidados à empatia. Viver a empatia por todos que fazem parte da nossa casa: Terra.

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Bem-me-quer, Mal-me-quer…

Nosso bem-estar é um dos maiores tesouros que podemos deter. Ele engloba o balanço entre as saúdes física, mental e emocional. É o resultado de um ciclo virtuoso que se repete constantemente em nossa individuação, na família e na escola, espaços que se alimentam constantemente gerando resultados positivos ou negativos para nosso desenvolvimento como seres holísticos e inteiros em nossas potencialidades. O bem-estar vem do entendimento de como lidar com nossas emoções, ter boas relações, vivenciar conquistas, usar nossas forças e habilidades ao participar de atividades saudáveis, dormir e nos alimentarmos bem.

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Sua parabólica tá ligada?

Quando começamos a aprender português, somos como uma esponjinha que acumula informações e nosso cérebro vai se apropriando e separando o que deve ser usado logo e o que deve ser mantido na memória, em certo estado de “dormência”. Isso é o que acontece quando aprendemos português.

A mesma coisa acontece com o aprendizado da língua inglesa. Nossos olhos são como scanners que vão levando informação ao cérebro e este vai reconhecendo as palavras quase que instantaneamente…

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Ei! VOCÊ-Ê-Ê-Ê-Ê-Ê-Ê

Sou uma gota que ressoa e explode num coletivo, na sociedade em que vivemos, e que também ajuda na minha própria construção. A língua possibilita esse eco como um amplificador. Você chega no alto da montanha e grita uma palavra. A montanha devolve o seu som e ele ressoa até que haja o silêncio. E esse silêncio convida a mais sons, e essa produção de sons traz alegria, diversão, desejo de experimentar… Vivenciamos essas experiências até que decidimos que é hora de vivermos algo novo.

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